GRUPO DE ESTUDANTES DE LETRAS DA UNIP VERGUEIRO. ESPAÇO PARA LIVRE EXPRESSÃO DA TURMA. POESIA, CRÍTICA, BOBAGEM, DESABAFO, AMIZADE. REPRODUZIR-SE POR MEIO DA PALAVRA. MARCAR A NET COM O NOSSO SELO: UNIPOS.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Cair da Noite
E queres o mundo ao teu jeito. Criar uma verdade com todo o egoísmo.
Queres o belo no seu, queres o mundo aos teus olhos e estes nos mesmos.
E por não se achar, reclamas. Difere-te no mundo e cria todas as próprias tempestades.
E tenta justificar sua razão com a distância.
E se flagela por não achar no mundo a própria insuficiência.
Ao desanimar, dizes que isto te basta, que isto é o certo e que o tempo vai lhe tirar das divagações.
Tanto por tanto, espera.
E assim vai encontrar mágoa no frio,
Vai encontrar um amor congelado e dele terás sua falta e maior perda.
Dele terá o passado.
O que deixou para trás por se preocupar demais em comiserar o próprio luto.
Ou o medo de se deslocares.
Por fim, cabe a ti e somente lhe veste, ó vazio.
Quando todos não mais te reclamarão ou terão cunho suficiente para gritar teu nome.
E não serás mais que lembrança do olhar do vento.
Terei passado a ti como o verão que o sol inspira.
E não mais me verei calado.
Onde não só meu orgulho em viés triunfa.
Como também minha lastima em glória que não mais espera.
Para ti e nunca mais, cansado estou.
De um Lucas gauche nas baladas de auspiciosa aurora.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Vai Lucas, ser gauche na vida!
ResponderExcluir