sexta-feira, 11 de junho de 2010

O Homem da Cidade de Adeus.


Doce melodia a lhe cantar o dia nas orelhas mal humoradas.
Com canção que nele vai dormindo, atravessando seu campo de batalha,
Pairando por memórias, tirando o vento emprestado para dar uma volta.
Olhe em seus olhos mais uma chama que se apaga, e finge ser, destemido. O Homem da Cidade de...

Corte mais uma vez o mar com seu olhar e guardar as ondas sobre as mangas de saudade.
Diga mais uma vez ao frio lhe incomodar, a noite cair em sua marcha, ao dia fingindo estar,
Quando souber que problemas não sabem rimar.
Que basta erguer seu pedestal de sonhos a saber que terá voado mais uma vez. Para saber ter sido Homem na Cidade de...

E mais uma vez uma volta de dança. Disse-lhe mais uma vez que teria sido sinceridade.
Do sentimento blefado para conseguir dificuldade. De Razões jogadas em arco sobre o céu numa rede de pensares que não lhe passaram de um medo... E...
Sente que não lhe toca mais o peito. Para chegar a notícia de um Adeus do Homem da Cidade.

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