Não é como se o vento alguma vez me esperasse.
Meus rastros são como um dia de tarde que se passa sem saber,
Esquecido nas memórias e sonhos de alguém que se lembrou de amar.
Pode ser até que meu nome seja uma brisa de verão, só para acalmar seus olhos.
E meu sorriso vai arrastando como um mar de incertezas,
Certo do fim que irá tomar, certo demais das cores que irá vestir.
E as memórias se quebram. Uma por uma no meu verbo, dizendo que irá esperar
Não sei, nem saberei por onde a alma irá voar. Sei de ti e o quanto amei com peito desgastado.
Eu simplesmente esqueci e o oceano me leva ao pôr-do-sol,
Onde meu caminho são as profundezas dos seus sonhos feitos para meu peito navegar
E desfeito, aos pedaços, meu nome é o que sussurro para poder viajar e chegar ao teu sorriso,
Nem mais quieto, nem mais dolorido, é um suspiro doce que me vinga, junto a um coração
[que ainda bate cego.
E meus pensamentos acalentam teu caminho incerto,
Onde minhas águas em ti são como conchas a te cantar no mar,
O que um dia foi derradeiro fruto da minha paixão, hoje descansa a trégua.
Passado e passageiro do que um dia teria sido, se não fosse...

palavras em gotas suaves. conexas como o pulsar de um coraçäo que repousa sob a lembrança, na saudade do pensamento...
ResponderExcluirJá disse que achei perfeita a combinação de texto, música e imagem! Perfeito!
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